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01-02-2012 14:52

Tecnologia
Novos cursos no Cinfotec proporcionam certificação internacional

Angop
Chefe de Departamento de Tecnologia de Informação e Comunicação do Cinfotec, Costa Neto
Chefe de Departamento de Tecnologia de Informação e Comunicação do Cinfotec, Costa Neto

Luanda – O Cinfotec proporcionará certificação internacional aos seus formandos através da implementação de novos cursos denominados "Cisco e Furukwa" apresentados hoje (quarta-feira), em Luanda, pelo chefe de Departamento de Tecnologia de Informação e Comunicação, Costa Neto.

 

 

Costa Neto prestou esta informação sobre o Cisco e Furukawa, que são lideres mundiais no processamento de comunicações de dispositivos ligados a Internet, de tecnologias e acabamento estruturado, respectivamente, em conferência de imprensa, a margem da cerimónia de abertura o ano formativo do Cinfotec.

 

 

Para si, a Furukwa é uma das maiores fabricantes de fibra óptica e de componentes electrónicas do mundo e que desde 1995 implementaram um sistema de formação profissional avançada com quatro cursos, sendo um deles ligado a fibra óptica.

 

 

“Estes cursos permitem que o profissional esteja em condições de competir em qualquer mercado de trabalho ligado a esta área, porquanto através das grandes associações internacionais que a empresa é membro, os seus formandos terão uma pontuação”, explicou.

 

    

Avançou que quem fazer uma formação de Cabling metálic vai receber um ranking de 21 pontos, para fibra óptica vai habilitar-se a 31 pontos e depois de trabalhar durante três anos é submetido a um exame que permite o técnico entrar no ranking reconhecido internacionalmente.

 

 

Com isso, acrescentou, a medida que se vai avançando com determinados tipos de projectos só os técnicos que estiverem certificadas podem assinar, daí o grande estimulo para os quadros angolanos poderem competir a mesmo nível com os estrangeiros.

 

 

Para a certificação da Cisco, disse, o Cinfotec está ligado a Universidade Nelson Mandela da Africa do Sul, que é a representante da empresa na África Subsariana, dada a exigência o centro em Angola teve que passar por dois anos de formação para ter instrutores e formadores.

 

 

Por se tratar de uma empresa de formação em telecomunicações e infra-estruturas, acrescentou, as vantagens serão de os técnicos angolanos poderem participar em concursos públicos nesta área, bem como formar pessoas cá no país em curto tempo e com menos gastos.

 

 

“Nós os técnicos ligados a construção civil, arquitectura, as tecnologias de informação e comunicação temos que doravante começar a fazer o nosso trabalho, tendo em conta as mudanças tecnológicas e os grandes desafios que o mundo hoje nos impõe”, disse.

 

 

Por outro lado, os cursos ligados a estes programas são extensivos aos gestores de empresas ligadas as telecomunicações ou de tecnologias de informação.

 

 
O Cinfotec prevê durante o presente ano formar mais de duas mil pessoas nas áreas de mecatrónica, mecânica e produção, tecnologia de informação e comunicação e electricidade mecatrónica.





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