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08-02-2012 13:40

Ambiente
Investidores mais atentos na elaboração de estudo de impacte ambiental

Angop
Directora  nacional,  Julieta Cortez
Directora nacional, Julieta Cortez
Luanda – O número de investidores nacionais e estrangeiros que apresentam estudos de impacte ambiental aumenta de forma significativa em função da persistência no quadro da preservação da biodiversidade, tanto terrestre como marinha.

Segundo a directora nacional de Avaliação de Impacte Ambiental, Julieta Cortez, actualmente  está a aumentar as preocupações de investidores que querem implementar projectos a nível nacional, que têm de apresentar estudos de impacte ambiental ao Ministério do Ambiente, antes de efectuarem os seus projectos.

 
Em entrevista à Angop, a margem da apresentação da consulta pública do   estudo de impacte ambiental para as operações sísmicas   nos blocos 19, 20, 22, 24, 25, 35, 36, 38, 39 e 40, offshore de Angola, a ser feito pela empresa “CGGVERITAS”, a fonte referiu que o ano passado 90 licenças ambientais foram emitidas a favor de investidores nacionais e estrangeiros, pelo sector.
 
Neste ano de 2012, segundo a directora nacional, o ritmo continua, visto de dezenas de estudos foram apresentados para serem levados a consulta pública para a sua avaliação e enriquecimento.
 
“Os documentos estão   já na sua fase final de apreciação para posteriormente passar-se a face de licenciamento”, disse.
 
No que refere a técnicos, admitiu serem insuficientes, uma situação que será   ultrapassada com a admissão de novos quadros, para que os objectivos preconizados corram tal como o desejado e de acordo aos trabalhos que forem apresentados.
 
Quanto a fiscalização do cumprimento do que está pressuposto no Decreto Lei 51/04 de 23 de Julho, que determina a obrigatoriedade para o processo de avaliação de impacte ambiental de todos os projectos susceptíveis de causaram danos ao ambiente, garantiu que os serviços de fiscalização do sector continuam a trabalhar na averiguação do cumprimento desta ou melhor sem a licença ambiental.
 
“Os custos são muitos elevados em termos de multas, dali a preocupação das empresas em quererem apresentar tais estudos para aquisição da licença ambiental, visto quando aprovado”, sublinhou Julieta Cortez.
 
 
De acordo com Julieta Cortez, as multas variam entre os mil e um milhão, isto o equivalente em kwanza e de acordo com os   investimentos aplicados no projecto.
 
Muitas empresas infractoras já sofreram   tais multas, segundo a responsável.
 
O licenciamento ambiental é uma obrigação legal à instalação de qualquer empreendimento ou actividade potencialmente poluidora ou degradadora do meio ambiente.





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