Luanda - A ministra do Ambiente, Maria de Fátima Jardim, confirmou hoje sexta-feira, em Luanda, o nascimento de nove crias da Palanca Negra Gigante, na Reserva do Luando.
A ministra, que falava no acto de abertura da 1ª reunião do Comité de Supervisão do Projecto de Conservação da Palanca Negra Gigante, referiu que de entre as espécies acima referidas consta um macho e oito fêmeas.
O Comité de Supervisão do Projecto de conservação da Palanca Negra Gigante é o órgão de decisão e de orientação na implementação das acções do Memorando de Entendimento para a conservação deste animal assinado a 17 de Junho de 2010, em Cangandala, província de Malanje, entre o Governo e diversas instituições públicas e privadas.
Segundo a governante, foi feito um projecto para a conservação da Palanca Negra Gigante que tem como objectivo a protecção, investigação e a estratégia como gestão.
Fátima Jardim disse esperar que o projecto de preservação deste antílope seja um programa participado pela sociedade angolana e de cada vez mais interesse pela comunidade internacional, para os parceiros interessados na protecção desta grande espécie que constitui um símbolo de baixas heróicas do povo angolano.
“Com o esforço de todos podemos preservar esta importante espécie e queremos dizer que o Governo está empenhado em que cada vez mais este projecto possa ser abrangente e responsabilizado e participado por todos nos”, salientou.
O Comité de Supervisão do Projecto de Conservação da Palanca Negra Gigante é integrado pelos ministros da Assistência e Reinserção Social, do Ensino Superior, Ciência e Tecnologia, o governador de Malanje, o chefe do Estado Maior das FAA, reitores das universidade Agostinho Neto, Metodista, Independente, Católica de Angola e pelos presidentes dos conselhos de administração da Sonangol, da Endima, os directores-gerais da Esso, da Total, da operadora Angola LNG e o presidente da Fundação Kissama.