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18-03-2010 19:23

Cooperação
País vai assinar acordo com Centro do Programa das Nações Unidas para o Ambiente

Angop
Membros do Ministério do Ambiente, por altura do lançamento do Comité Nacional do Planeta Terra
Membros do Ministério do Ambiente, por altura do lançamento do Comité Nacional do Planeta Terra
Luanda– O Governo angolano, através do Ministério do Ambiente, vai assinar, em Abril próximo, com o Centro Rosoe (Dinamarca), adstrito ao Programa das Nações Unidas para o Ambiente (PNUA), um acordo de cooperação no quadro das recomendações da estratégia Nacional sobre Alterações Climáticas.
 
Está cooperação enquadra-se nas políticas do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL), denominado “Criação de Capacidades para Implementação de Acordos Multilaterais do Ambiente”, na África, Caraíbas e Pacifico, de acordo com a nota do Ministério do Ambiente entregue à Angop.
 
O documento que poderá ser rubricado pela titular da pasta, Fátima Jardim, visa possibilitar países em desenvolvimento na participação de forma activa no mercado de carbono.
 
Pretende-se com este acordo capacitar os países a identificar, desenhar, aprovar, financiar, implementar e monitorar projectos do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo, cumprindo assim com as obrigações do Protocolo de Kyoto.
 
As actividades propostas no âmbito deste Acordo de Cooperação, segundo a nota, irão dar uma ênfase no desenvolvimento nacional de projectos “MDL” que poderão ser divulgados em eventos internacionais sobre carbono de carbono, assim como o fortalecimento da capacidade da equipa da Autoridade Nacional Designada de Angola.
 
O Acordo de Cooperação prevê uma verba de 170 mil dólares americanos a ser disponibilizada pelo PNUA e União Europeia, segundo a nota do Ministério do Ambiente.
 
De referir que o Ministério do Ambiente e seus parceiros, através da Autoridade Nacional Designada (AND), estão a preparar para uma primeira fase 15 projectos diversos, com vista a serem inseridos no mercado de carbono.
 
A Autoridade Nacional Designada (AND) é uma agência governamental obrigatória que autoriza o desenvolvimento de projectos do Mecanismo de Desenvolvimento Limpo (MDL) quando os referidos projectos aderem aos critérios do país para o desenvolvimento sustentável.
 
Esta foi criada pelo Conselho de Ministros ao abrigo do Decreto n.º 2/10 de 13 de Janeiro como instrumento de reforço da capacidade de Angola para maximizar as vantagens dos mecanismos de flexibilidade do Protocolo de Kyoto .





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