Luanda – As primeiras jornadas técnicas sobre os parques nacionais, iniciadas terça-feira, em Luanda, terminaram nesta quarta–feira, com várias propostas que futuramente ajudarão na melhoria da implementação e execução de projectos para as zonas naturais de Angola.
Realizada no âmbito do 31 de Janeiro, Dia Nacional do Ambiente, o evento teve por objectivo buscar soluções para gestão dos parques nacionais, através de debates e contribuições de organismos nacionais e estrangeiros.
Os participantes nas jornadas discutiram questões concernentes à conservação da natureza na perspectiva de desenvolvimento sustentável, a situação dos parques nacionais, da Palanca Negra Gigante, a participação das comunidades locais na gestão dos parques.
A contribuição dos parques nacionais no combate à pobreza, contrato-programa de parceria público-privada na gestão dos parques nacionais, oportunidades de investigação e gestão de áreas de conservação pelas organizações não-governamentais internacionais, legislação e regulamento das áreas de conservação, técnicas de avaliação de recursos energéticos foram, entre outros, assuntos abordados no encontro.
A conferência, terminaria com uma mesa redonda sobre “Financiamento dos Parques Nacionais e Áreas de Conservação”, mas por razões técnicas a actividade foi adiada para os próximos dias, de acordo com o director nacional de avaliação de impacte ambiental do Ministério do Ambiente, Camilo Ceita.
O fórum, orientado pela ministra da Justiça, Guilhermina Prata, em representação da do Ambiente, Fátima Jardim, contou com a participação de representantes de organismos internacionais ligados à defesa do planeta terra, convidados idos das Repúblicas de Moçambique, Cabo Verde, África do Sul, membros do Governo central, vice-governadores das províncias de Malanje, Uíge, Kuando Kubango e Zaire.