Indique este Site | Adicionar aos Favoritos | Sua Página Inicial  
12-02-2012 6:42

Mauritania
Grupo terrorista promete executar refém em seu poder

Nouakchott - O grupo terrorista Al-Qaeda no Magreb Islâmico (AQMI) deu sábado um ultimato de 20 dias ao Governo da Mauritânia para que aceite suas condições, porque caso contrário está disposto a executar o policia mauritano que tem em seu poder.


Através de um comunicado em árabe, publicado pela agência de notícias mauritana ANI, a organização afirmou que "se o regime não reagir seriamente, o policia será executado e a responsabilidade será de Mohammed Ould Abdelaziz", presidente  da Mauritânia.


O agente, Ely Ould Moktar, foi sequestrado no dia 20 de Dezembro em um posto policial perto da fronteira com o Mali, e no dia 13 de Janeiro a AQMI reivindicou o sequestro e exigiu a libertação de dois  de seus homens presos em Nouakchott. Neste mesmo dia.


A AQMI divulgou um vídeo no qual mostrava o oficial vestido com sua roupa militar, as mãos atadas e atrás dele um cartaz com o nome da organização terrorista.


O ministro mauritano de Relações Exteriores e de Cooperação, Hamadi Ould Hamadi, assegurou recentemente que seu país não negociará com a Al-Qaeda.

 






 Imprimir    Indicar
Últimas Notícias
7:16 - Demissão do ministro líbio do interior
7:12 - Governo sul africano promete sanções no escândalo na base militar
6:58 - Decretado três dias de luto nacional pela morte de Henrique
17:07 - Habitantes fogem do norte por ataques militares
16:39 - Três dias de luto nacional pela morte de Henrique Rosa
16:29 - Nomeação de Mukhisa Kituyi e greve na África do Sul dominam actualidade africana
16:27 - ONU quer processar rebeldes por crimes de guerra
13:48 - ONU saúda promessa de 3,25 biliões de euros para reconstrução do país
13:48 - Nações Unidas querem processar rebeldes nigerianos por crimes de guerra
13:43 - Dezassete migrantes africanos morrem em acidente de viação na Líbia
TPA - Televisão Pública de Angola
RNA - Rádio Nacional de Angola
Jornal de Angola
© 1997 - 2008 Angop. Todos os direitos reservados.