Conakry - O presidente da Comissão eleitoral da Guiné Conakry, Ben Sekou Sylla, condenado por fraude eleitoral na primeira volta das presidenciais, morreu na manhã de hoje (terça-feira), por doença num hospital de Paris (França) anunciou a sua esposa.
"Meu marido morreu esta manhã aqui em Paris, no hospital Saint-Louis", declarou Sylla Sire Keita, ao telefone a partir da capital francesa.
A sua morte se regista alguns dias após a sua condenação por "fraude eleitoral" por um tribunal da cidade de Conakry, que causou grande confusão e suscitou a polémica ao aproximar da segunda volta fixada para domingo (19) de Setembro após um longo adiamento.
Com 57 anos, Ben Sekou Sylla estava a ser tratado em Paris há vários meses.
Foi hospitalizado em Março, regressou a Conakry para a primeira volta do escrutínio a 27 de Junho, antes de voltar para a capital francesa, após a proclamação dos resultados em Julho, segundo os seus próximos.
A 06 de Agosto, A Ceni havia anunciado que Sylla, "retido em França para exames e cuidados médicos", havia sido substituido por uma presidente interina, Hadja Aminata Mame Camara.