Luanda - Quinhentas e 87 palmeiras, de um total de três mil previstas, foram plantadas na Baía de Luanda, no âmbito da segunda fase da requalificação da zona, em curso desde 2011.
Segundo Pedro Rodrigues, um dos responsáveis da empreitada, em declarações hoje (quinta-feira) à Angop, além das palmeiras foram criadas 20 áreas relvadas e igual número de espaços de lazer no perímetro entre o largo da amizade Angola e Cuba e o Porto de Luanda.
Consta também do projecto, nesta segunda fase, a construção de quatro novas vias para automóveis e outras quatro para motociclos e bicicletas, criação de um novo sistema de drenagem que vai escoar as águas residuais de todo o perímetro da Marginal de Luanda.
A primeira fase, terminada em 2011, consistiu na construção da nova via rodoviária no limite exterior da Marginal, da ponte Kianda, que liga a Marginal à Praia do Bispo, uma estação de serviço de combustíveis e a inspecção a todo sistema de esgoto ao longo da marginal.
A terceira etapa da obra arranca no princípio de 2013, terá uma duração de seis meses e corresponderá à intervenção na actual Avenida da Marginal, que será convertida em novos espaços pedonais e parques de estacionamento.
Com orçamento global de aproximadamente 200 milhões de kwanzas, a intervenção pretende integrar de maneira harmoniosa a intervenção humana e a beleza natural.
O projecto Baía de Luanda visa a construção de obras públicas e privadas ao longo de toda a zona marginal, salientando-se nela a aplicação de medidas rigorosas para reduzir o impacto negativo sobre o ambiente.