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21 Maio de 2012 | 18h33 - Atualizado em 21 Maio de 2012 | 18h28

Vice-ministro realça aposta do governo nas Tecnologias de Informação e Comunicação

Suíça

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Genebra  -  O vice-ministro para as Tecnologias de Informação, Pedro João Teta, realçou hoje em Genebra (Suíça), a aposta nas Tecnologias de Informação e Comunicação como  um dos maiores desafios do governo angolano nos últimos dez anos, às quais tem dado grande importância e enfoque.

O governante que intervinha na 15ª Sessão da Comissão sobre Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento, disse que “o território angolano se encontra em forte desenvolvimento, sendo as novas tecnologias uma das principais preocupações do governo, atento aos casos de sucesso internacionais”.

Indicou que as “tecnologias de informação e comunicação ganharam uma enorme importância nas últimas décadas, estando em evolução e desenvolvimento constantes”, pelo que o governo tem procurado parcerias com outros países, e empresas, que pretendam investir em Angola, levando consigo recursos tecnológicos e humanos que, a médio prazo, permitam ao país subsistir por si próprio neste tão importante sector.

Segundo o vice-ministro, com a chegada da paz, em 2002, Angola iniciou um novo percurso rumo ao desenvolvimento económico e social.

Face às fragilidades no domínio do capital humano, sublinhou, “o governo apostou nesta matéria especial, fazendo, nos últimos dez anos, um investimento massivo no ensino a todos os níveis, com destaque para o ensino superior que passou de 30 mil estudantes universitários para mais de 120.000 num total de instituições que cresceu de dois para 22” - sublinhou.

De acordo com Pedro Teta, o Governo de Angola ciente da imperiosa modernização no sector,  tem como principais propósitos a criação e desenvolvimento;  a modernização das infras- estruturas existentes na administração pública, para que seja prestado um melhor serviço aos cidadãos; o aumento da formação do jovens na área das tecnologias da informação e o incentivo às empresas estrangeiras que queiram investir no sector, com vista a criar um país “comunicacionalmente” desenvolvido e próspero.

Consciente da necessidade nacional, acrescentou, pretende-se que as tecnologias cheguem não só a capital, mas principalmente aos pontos mais recônditos onde desempenharão um papel fundamental no desenvolvimento destes locais e das pessoas que neles habitam, descentralizando-se ao mesmo tempo as apostas de investimento.

Como perspectivas, afirmou que o governo angolano tem para as tecnologias de informação e comunicação um plano de desenvolvimento, que decorre entre os anos 2010 e 2015, cujas principais metas são chegar ao maior número possível de cidadãos e tornar o sector numa das prioridades do país.

Anunciou que Angola possui um Plano de Acção para a Sociedade de Informação, alinhado com as recomendações da Cimeira Mundial da Sociedade de Informação, que decorre há já alguns anos e contém projectos estruturantes, alguns ainda em execução. Este plano contempla dez pilares de actuação, com impacto nos mais diversos sectores da sociedade, sendo prioritária a expansão das TIC a todas as províncias.