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18 Março de 2010 | 16h39 - Atualizado em 18 Março de 2010 | 17h05

Destacada importância da Comunicação Social na formação da opinião pública

Conferência

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Directora de Informação da Angop, Luísa Damião

Foto: Angop

Luanda – A directora-geral adjunta para a área de Informação da Agência Angola Press (Angop), Luísa Damião, afirmou hoje, em Luanda, que os meios de comunicação social representam um instrumento valioso na formação da opinião pública em torno da implantação da cultura de combate à violência.

Luísa Damião fez esta afirmação quando abordava o tema “O papel da Comunicação Social no combate à violência doméstica: o caso angolano”, na conferência internacional para o encerramento da primeira fase da campanha “Desafiando o silêncio” do Fórum de Mulheres Jornalistas para a Igualdade no Género.

Dada esta importância, os órgãos de informação tem igualmente a função chave na transformação das concepções tradicionais do feminino e masculino, podendo ser aliados na potenciação de uma cultura de igualdade no combate de estereótipos e mitos sexistas.

Os meios de comunicação social devem, deste modo, segundo disse, jogar um papel pedagógico decisivo na formação moral e cívica dos cidadãos.

“ Eles têm a capacidade e potencialidade para gerar reflexão e têm um importante papel na divulgação de mensagens. Constituem-se assim em pilares da promoção da cidadania e desempenham o seu papel na construção da identidade nacional”, asseverou.

Para a directora, o combate à violência doméstica exige acções integradas em diversos níveis, áreas e instâncias, pois não se pode combater este mal sem exigir o fim da impunidade.

Considera ser necessário, para cobrir esse tema, de acordo com a oradora, que os jornalistas estejam bem preparados e conscientes de que lidam com um tema delicado que tem a ver com a emoção, os sentimentos e a vida das pessoas envolvidas.

“Ao procurar uma vítima de violência ou agressor para entrevistar, o jornalista deve estar consciente que deve, em primeiro lugar, respeitar essas pessoas e os seus limites ao reviver situações difíceis e dolorosas. É sempre necessário preservar a identidade das vítimas e observar o princípio de presunção de inocência”, salientou. 

Participam do evento, governantes e mulheres jornalistas nacionais e estrangeiras, assim como uma deputada.  

Desde Dezembro de 2008, o fórum implementa a campanha “ Desafiando o silêncio”, cuja primeira fase encerra hoje.