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16 Março de 2012 | 23h02 - Actualizado em 16 Março de 2012 | 23h02

Associação dos Naturais e Amigos condena agressão a manifestantes

Angola

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Luanda – A Associação dos Naturais e Amigos de Angola (ANANG) "condena veementemente" a agressão brutal levada a cabo, no passado dia 10 de Março do ano em curso, "por indivíduos oportunistas e mal intencionados contra jovens compatriotas que se manifestavam á luz de um direito constitucionalmente consagrado".

"Ao que nos parece", segundo um comunicado de imprensa da ANANG chegado hoje a Angop, "essa atitude repugnante a todos os títulos, visava somente a subversão da ordem, procurando semear um ambiente de desconfiança e de ódio dos manifestantes contra as instituições legítimas do Estado".

A ANANG entende que toda a manifestação publica deve ser feita na base do respeito pela lei, perlas instituições e pelos bens patrimoniais do Estado, "evitando comportamentos que visem causar desordem e instabilidade social e que atentem contra a dignidade, o bom-nome e a honra de individualidades públicas a quem, à luz dos bons costumes angolanos, devem merecer todo o nosso respeito".

"A imitação, de forma irreflectida, das práticas e hábitos de outros povos podem conduzir a situações de conflito e desarmonia social, de cujas consequências Angola está farta e, por isso, precavida", lê-se no documento.

Considera pouco patriótico e de elevada irresponsabilidade politica as tentativas de alguns partidos políticos recorrerem sistematicamente à manipulação das associações cívicas e da população para a "concretização dos seus sonhos, através da promoção da cultura de panfletos que incitam a violência e à sublevação contra as instituições legitimamente constituídas".

Apela ainda para as instituições do estado a continuarem a envidar esforços para que o pacote legislativo, recentemente aprovado pelo Parlamento, seja amplamente divulgado, ao esmo tempo que devem ser cridas as condições logísticas, materiais, técnicas e humanas, para que as eleições de 2012 se concretizem num ambiente de confiança, transparência, paz e segurança, permitindo que os eleitores venham, de maneira consciente, a fazer a escolha dos futuros dirigentes do país.

Os angolanos são exortados pela ANANG a "não se deixarem arrastar pela manipulação irresponsável da opinião publica, levada a cabo por alguns círculos nacionais e internacionais, com o fito de desacreditar as instituições do estado angolano, criar um sentimento de discórdia e antagonismo entre estas e a população, subverter a ordem institucional, perturbar a paz publica e impedir que o cidadão possa exercer o seu poder de voto nas próximas eleições".

A Associação dos Naturais e Amigos de Angola enaltece a vontade que tem sido demonstrada pela Comunidade Internacional no processo da consolidação da democracia no país e no apoio aos processos eleitorais já realizados.

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