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21 Janeiro de 2008 | 04h55

Inspecção Escolar disciplina funcionamento do sector

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Luanda, 21/01 – O Gabinete de Inspecção Nacional da Educação (GINED) enviou ao ministério de tutela durante o ano 2007, três processos disciplinares de atropelo à lei, informou hoje, em Luanda, a responsável geral da instituição, Mariana dos Santos Matoso.

Falando em entrevista exclusiva à Angop, a inspectora geral nacional fez saber que o GINED não é um gabinete de coesão dos directores de escolas e dos professores, mas sim um meio de controlo, correcção das actividades escolares, bem como de formação dos agentes educadores.

Segundo ela, só os casos que põem em causa o bom nome do pelouro e a qualidade de ensino que se quer no país, são levados ao titular da pasta da Educação e este, por sua vez, encaminha-os para o gabinete jurídico.

Nos casos atrás mencionados foram, nomeadamente, registados na província da Lunda-Norte, em Luanda, no Instituto Alda Lara, e um terceiro no Kwanza-Norte, sendo que este último culminou com o afastamento da directora provincial da educação, por suposta corrupção.

Para a responsável, o trabalho de inspecção a nível nacional é assegurado por 171 inspectores, sendo 11 nacionais e os restantes de categoria provincial, cifra reduzida para cobrir o território nacional. A título de exemplo, a província do Bengo tem apenas actualmente quatro agentes para controlar um universo de 150 escolas.

Dado o número de instituições escolares, a inspecção vai recrutar cerca de 271 agentes para as províncias e 10 nacionais para corresponder às necessidades sector.

Com excepção do Moxico que ainda não mandou o quadro de necessidades, a província de Benguela tem 27, precisando de mais 13 inspectores, Bié 11, faltam dois, Cabinda seis e precisa de três, Cunene cinco falta um e a Huíla 10, com dois em falta.

A província de Luanda tem 35 inspectores e carece de 22, Lunda Sul 11 faltam cinco, a Lunda Norte tem nove, com um déficit de um, Malanje oito e precisa de quatro, Namibe tem dois e falta um, Uige conta com cinco e carece de dois, Kuando-Kubango tem três e precisa de dois, Kwanza Norte tem cinco e vai contratar mais um, o Kwanza Sul com 1, necessita de mais três, estando a província do Zaire a contar com três inspectores e carecendo de dois.

A Inspecção Escolar é um serviço de controlo do subsistema de ensino primário e secundário do primeiro e segundo ciclo, de formação de professores e ensino técnico profissional, efectuando trabalhos na vertente pedagógica, administrativa/financeira e legal.