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07 Maio de 2011 | 07h39 - Actualizado em 07 Maio de 2011 | 21h59

Universidade Katyavala Bwila demite 143 estudantes por irregularidades

Benguela

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Benguela - Cento e 43 estudantes foram demitidos do Instituto Superior de Ciências da Educação (ISCED) em Benguela, pela reitoria da Universidade Katyavala Bwila (UKB), devido a diversas irregularidades registadas no acto de ingresso no presente ano académico, anunciou quinta-feira à imprensa o reitor, Albano Ferreira.

Albano Ferreira apresentava em conferência de imprensa os resultados do trabalho da comissão de averiguação das ocorrências do ISCED no processo de selecção de candidatos para o presente ano lectivo em face, por um lado, da sobrelotação das salas de aula e, por outro, da denúncia de irregularidades no seu funcionamento.

Afirmou que a direcção da instituição de Ensino Superior anulou o ingresso de 143 estudantes do primeiro ano, porque muitos deles apareceram na segunda lista de admissão, mesmo sem terem feito a inscrição nem realizado os indispensáveis exames de aptidão.

“Numa lista apareceram como admitidas pessoas que se furtaram de fazer as provas, algumas que não obtiveram notas suficientes para preencher as vagas foram inseridos em detrimento dos critérios e as restantes reprovadas nalguns cursos foram transferidas para outros como aptas”, realçou.

De acordo com o reitor da Universidade Katyavala Bwila, como se detectou, através da comissão de averiguação das ocorrências do ISCED em Benguela, a existência de estudantes aprovados de forma irregular, a decisão foi tomada para a anulação imediata da frequência do ano lectivo 2011.

Apesar da insuficiência e deficiência no funcionamento, o reitor asseverou que, em vez da suspensão preventiva à luz da lei, foi dado um voto de confiança à direcção do ISCED em Benguela, dada manifesta disponibilidade em manter a funcionalidade da instituição.

A par disso, referiu que a assembleia de trabalhadores docentes, e não só, do ISCED fez com que ressurgisse o compromisso de todos corrigirem o problema de funcionamento daquele instituto e encontrarem de maneira participativa novos e melhores rumos.

Albano Ferreira assegurou que foi também conferida responsabilidade aos professores das disciplinas do 1º ano académico para que controlem e vetem o acesso dos estudantes afastados do Instituto Superior de Ciências da Educação em Benguela.

Aproveitou para dizer que tanto o ISCED em Benguela, quanto a reitoria da Universidade Katyavala Bwila, vão continuar a trabalhar no combate às práticas negativas relacionadas com a admissão de estudantes à margem dos parâmetros estabelecidos por lei.

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