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08 Agosto de 2011 | 16h45 - Actualizado em 08 Agosto de 2011 | 17h33

SEF deu pistas para sistema de economia de mercado, afirma economista

Conferência

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Economista angolano e consultor internacional Fernando Heitor

Foto: ANGOP


Luanda - O economista angolano Fernando Heitor considerou hoje, em Luanda, o Programa de Saneamento Económico e Financeiro (SEF), adoptado pelo Estado Angolano em 1987, uma intenção percursora do actual sistema de Economia de Mercado vigente no país.


Segundo o consultor, que falava à Angop, por ocasião de uma conferência sobre "Reformas Económicas em Angola, 21 anos depois - O presente e o Futuro. A imprensa Económica", promovida pela Associação dos Jornalistas Económicos de Angola (Ajeco), o SEF não foi um sucesso nem um fracasso, porque a sua implementação efectiva aconteceu apenas a partir da década de 90, já com o advento da democracia.


Para o técnico, essa intenção ou alternativa do Estado angolano, surgida em 1987, visava encontrar uma saída diferente do sistema socialista (economia centralizada), tendo em conta o contexto económico, social e político do país.


Por outro lado, referindo-se ao comércio informal no país, Fernando Heitor disse que esse sector cresceu muito, apesar do crescimento económico. Na sua óptica devia ser o contrário.


"É bem provável, tendo em conta a realidade que se observa no país, que o comércio informal tenha atingido a cifra dos 45 porcento", aventou o interlocutor.

O evento serviu também para a entrega de diplomas aos jornalistas e entidades que contribuíram para o desenvolvimento e fortalecimento do jornalismo económico angolano e da Associação dos Jornalistas Económicos da Angola.