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07 Agosto de 2010 | 13h49 - Atualizado em 09 Agosto de 2010 | 12h09

Desconcentração dos salários da função pública melhora serviço do BPC

Banca

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Presidente do conselho de administração do BPC, Paixão Júnior

Foto: ANGOP

Luanda – O presidente do conselho de administração do Banco de Poupança e Crédito (BPC), Paixão Júnior, disse, em Luanda, que a medida de desconcentração do processamento dos salários da função pública, até aqui feito pelo banco público, vai permitir melhorar os serviços prestados pela instituição financeira.

Paixão Júnior, que falava nesta sexta-feira à margem da Assembleia Geral do Banco, a propósito da medida anunciada por deputados da 5ª comissão de economia e finanças da Assembleia Nacional durante um encontro, realizado em Julho, com a Associação Angolana de Bancos (Abanc), disse se houver mais operadores a pagar os salários da função pública vai diminuir as enchentes que se verificam actualmente no BPC. 

Desde 2003 que o BPC passou a processar o pagamento de salários da função pública e, segundo o presidente do conselho, essa actividade permitiu com que o banco atingisse mais de um milhão de clientes, nos últimos cinco anos, uma tarefa nada fácil.

Apesar desta medida para descentralização dos salários dos funcionários públicos, Paixão Júnior disse que não vão alterar a estratégia de actuação do BPC.

“Não vamos alterar nada, mas vamos continuar a estar na linha da frente. Deixem as pessoas pagarem, agora não adianta comparar. Vocês precisam de tempo e paciência. Deixem os outros operadores começarem a pagar os salários, para vocês fazerem comparações, nós vamos continuar na liderança seja em que circunstância for, somos o banco que está talhado, temos experiência, os nossos quadros estão habituados a atender todo tipo de clientes”, afirmou o gestor.

Segundo o presidente do BPC, mensalmente o banco processa o pagamento de salários de mais de 700 mil pessoas a nível do país, uma tarefa por si considerada difícil, pois a título de exemplo a nível da agência sede, localizada na marginal, são atendidas 500 pessoas todos os dias, para a realização de diversas operações financeiras.

“Se o BPC não prestasse um serviço razoável como é que resolveriam os problemas dos salários”, questionou, acrescentando que até dia 10 de cada mês ninguém fica sem o seu salário.