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25 Junho de 2004 | 14h51

Benguela: Funcionários da fábrica de colchões solicitam retomada dos trabalhos

Lobito

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Lobito, Benguela, 25/06 - Os trabalhadores da Industria Somovel, no município do Lobito (província de Benguela), paralisada há mais de 15 anos, solicitam ao governo a abertura de um concurso público para a gestão da fábrica, visando a criação de bases para a retomada da produção de colchões e móveis na região.

Em declarações hoje à Angop, o responsável administrativo da Somovel, Miguel Neto, defendeu em nome do colectivo o redimensionamento daquela unidade fabril à investidores nacionais ou estrangeiros com poder financeiro, para o seu relançamento.

As empresas Lucongo e Sicap, anteriormente detentoras de títulos para agestão da empresa, estão desprovidas de capacidade financeira para o funcionamento daquela industria.

Miguel Neto indicou que o valor para a exploração da empresa, estipulado pelo Ministério das Finanças, ronda os 100 mil dólares norte-americanos.

A paralisação daquela unidade fabril, devido a problemas financeiros, propriedade do estado, deixou desempregados 50 chefes de família.

Localizada na zona industrial da Canata, arredores da cidade do Lobito, a Somovel foi edificada em 1966. Produzia em media 150 colchões dia, alem de camas, mesas e outros moveis.