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21 Maio de 2012 | 15h46 - Actualizado em 21 Maio de 2012 | 15h46

Angola poderá registar crescimento em três anos

Tecnologias de informação

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Luanda – O director da empresa Equilibirum Sistema de Informação, Manuel Pedro, disse acreditar que o país registará grande crescimento de produtos e serviços de tecnologias de informaçaõ e comunicação (TICs) dentro de dois ou três anos.


Falando domingo à Angop a propósito do primeiro Salão Internacional de Tecnologias de Informação e Comunicação de Angola, realizado de 17 a 20 de Maio, em Luanda, disse que há indícios disso, como é o caso da procura, por parte das empresas e de pessoas, de serviços e produtos modernos ligados às TIC's.


A título de exemplo, referiu que se depara hoje com instituições e pessoas que procuravam por soluções até então desconhecidas, nomeadamente da tecnologia OCR (tecnologia nova que faz o reconhecimento de caracteres), da qual a empresa por si dirigida representa.


Relativamente à feira, apontou que foi positiva e notou-se que as instituições buscam ferramentas das TIC's, embora o mercado não esteja, de uma forma geral, como se gostaria. Acrescentou ser com esse tipo de eventos que o cidadão comum e as empresas conseguem perceber como anda o país em termos de tecnologias de informação e comunicação.


A respeito da empresa, Manuel Pedro realçou que se prestam serviços ligados à gestão de documentos. “Tratamos de arquivos. Os arquivos nas instituições hoje são questões problemáticas, porque não consistem somente em arrumar papéis num espaço, mas também na facilidade de podermos buscar essa documentação sem grandes transtornos”.


Referiu que hoje acontece o contrário, a informação pertence a uma instituição, mas se uma área guardar as outras têm dificuldades em localizá-la.


“A informação deve estar distribuída com as prioridades todas que são merecidas na instituição, mas deve haver a facilidade de localização do arquivo por qualquer pessoa, desde que tenha permissão. Mesmo que não busque fisicamente, mas no arquivo digital. Esse é o grande foco da nossa instituição, trabalhar sobre o ficheiro, fazer gestão de correspondência e transferir  do papel para o electrónico”, informou Manuel Pedro.